Uma emergência não avisa quando vai acontecer. E, em muitos casos, o transporte aeromédico, ou UTI aérea, é a solução mais viável para salvar a vida de pacientes que necessitam de um cuidado especial. Trata-se de um serviço que demanda total segurança, agilidade e pontualidade, voltado para o transporte de pacientes entre dois hospitais, seja dentro do Brasil ou no exterior.

Como funciona?

Os cuidados para a remoção de um paciente na UTI Aérea começam antes do voo. Uma das etapas é a realização de uma triagem médica prévia para avaliar as condições clínicas do paciente e se ele está apto a viajar. É preciso também repassar todas essas informações à tripulação, para que eles possam avaliar a necessidade de se alterar ou não os padrões de voo.

“Em casos graves, por exemplo, a aeronave deve voar sempre abaixo de cinco mil pés. Sem contar a decolagem e aterrissagem que também exigem um cuidado à parte para evitar impactos”, explica Bruna Assumpção Strambi, diretora superintendente de manutenção, fretamento e gerenciamento de aeronaves da Líder Aviação, empresa pioneira nesse tipo de transporte no Brasil.

Apesar de as cabines serem pressurizadas, quanto mais um avião sobre, mais rarefeito o ar fica, ou seja, menos oxigênio disponível. Essa baixa oxigenação pode provocar alterações no organismo do paciente, como sonolência e outros sintomas. Por isso, as aeronaves que realizam UTI Aérea precisam estar equipadas com UTI completa para garantir o quadro de saúde do paciente. Vale lembrar que decolagens e aterrissagens com pacientes a bordo têm preferência em relação aos voos comuns.

Experiência

A Líder Aviação possui mais de 40 anos de experiência neste serviço, tendo atuado em importantes remoções de pacientes pelo país. A empresa dispõe de aeronaves turbo-hélice, jato e helicóptero, configurados para UTI aérea e prontos para atender a todo tipo de missão, desde voos curtos a transportes intercontinentais. Além disso, a Líder atende ao requisito de manter uma equipe médica formada por profissionais, médicos e enfermeiros, altamente qualificados e selecionados para cada tipo de atendimento.

Ganhando tempo

Nesse tipo de fretamento, a agilidade é um fator crítico, pois qualquer demora pode levar a um agravamento clínico do paciente. Bruna explica que o tempo para a realização de todos os trâmites do processo de cotação é bem mais curto que em operações convencionais.

“Enquanto a cotação é realizada, já existem pessoas resolvendo questões necessárias para liberar a parte médica, embarque, desembarque e demais procedimentos”, explica a diretora superintendente. O transporte em terra também é executado pela empresa, desde o local de origem até o hospital de destino, com ambulâncias próprias ou contratadas pelo próprio cliente.

Em todos esses anos, a Líder Aviação já transportou quase 10 mil pacientes, com total segurança. “É um serviço para atendimento 24 horas, que precisa contar com a disponibilidade de todos os profissionais. A Líder foi a primeira empresa do Brasil a obter homologação da ANAC para realizar transporte aeromédico e conta com grandes parceiros do setor”, frisa Bruna.

Exigências

Os serviços de transporte aeromédico prestados pelas empresas são homologados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), de acordo com os critérios estabelecidos pelo Conselho Regional de Medicina (CRM), a Agência Nacional de Saúde (ANS) e o Conselho Regional de Enfermagem (COREN).

Fonte: AviaoRevue

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