Na próxima quinta-feira (26/7), o Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo (SP), completa 98 anos de operações. Com operações essencialmente da aviação geral, executiva e táxi aéreo, além de grande parte da frota de helicópteros do país, embora o terminal não possua linhas aéreas regulares, ele é o 5º em movimento operacional no Brasil.

Sua localização é privilegiada por estar na Zona Norte de São Paulo, próxima ao Terminal Rodoviário do Tietê, à estação Carandiru do metrô, e à Marginal do Tietê, que é via de acesso às rodovias estaduais e interestaduais. No local também estão localizadas escolas de pilotagem, como o Aeroclube de São Paulo, e o Serviço Aerotático das Polícias Civil e Militar.

O aeroporto foi a primeira infraestrutura aeroportuária da capital paulista, tendo iniciado as atividades em 1920, quando foi construída uma pista para pousos e decolagens e um hangar no local onde a Força Pública do Estado de São Paulo mantinha sua escola de aviação, e desde 1979 é administrado pela Infraero.

As 69.137 aeronaves que pousaram no terminal no ano passado transportaram 118.984 passageiros. A média mensal de pouso e decolagem de 2017 foi de 5.761 movimentos, sendo que 56,2% referem-se às operações com helicópteros. O aeroporto possui infraestrutura que permite pouso e decolagem noturnos em uma pista de 1.600 metros, e um heliponto.

O sítio aeroportuário possui uma área aproximada de 2,1 milhões de m². O Campo de Marte é um aeroporto compartilhado: 1.138.440 m2 estão sob a administração do Comando da Aeronáutica – por meio do Parque de Material da Aeronáutica (PAMA-SP), Prefeitura de Aeronáutica de São Paulo (PASP), Hospital de Força Aérea de São Paulo (HFASP), Centro de Logística da Aeronáutica (CELOG) e Subdiretoria de Abastecimento (SDAB) – e 975 mil m2 estão sob a administração da Infraero.

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